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Impasse no abatedouro foi resolvido


         Depois de uma longa luta, enfim, o abatedouro particular, localizado em uma propriedade rural, na saída para Kaloré, mas que presta serviços para o município de Borrazópolis, está sendo reaberto. A data, é o dia 19 de junho, de 2019.

Valdeir Cesar de Morais, o conhecido "Pinga", que é o responsável pelo local, fez um agradecimento especial ao Secretário Municipal de Saúde, o Valdinei Del Grande, o "Dí", que após a solicitação de ajuda, resolveu o problema, que se arrastava desde 2018, em poucos dias. "Nós identificamos que não era um problema apenas do nosso amigo "Pinga", mas da comunidade e principescamente dos comerciantes e das pessoas que comercializam gado para o abate", disse Valdinei Del Grande, que também fez um agradecimento especial ao juiz da comarca. "Quero aqui, com muito respeito e gratidão, agradecer o Dr. Norton Thomé Zardo, juiz da comarca, que mesmo diante do cargo nobre que exerce, é um cidadão humilde, humano e preocupado com os problemas da comunidade. Realizei pelo menos três reuniões com ele, e graças ao seu bom censo, hoje este problema está resolvido", salientou o secretário "Dí".

Ele ainda afirmou que o último impasse estava na necessidade de colocar uma câmara fria, avaliada em 30 mil, e realizar uma nova vistoria no local, mas todos estas questões foram sanadas. Agradecimento especial ainda ao jovem advogado, Dr. Marcus Vinicius de Moraes, de Borrazópolis e o Dr. Newton Bueno Lacerda, de Faxinal, que cuidaram da questão jurídica do caso com muita competência. Em 2018, o Repórter Berimbau, fez uma visita ao local, onde o Vadeir Cesar de Morais, já havia feito vários investimentos para adequar o abatedouro, como a aquisição dois aparelhos de choque para abate de porcos, o que evita o sofrimento do animal; colocação de piso nos compartimentos onde os animais são abatidos, duas pistolas, uma delas pneumática; esterilizadores de faca em todas as salas; esterilizador de serra de carcaça; esterilizador de gancho e parede; box para banhar os animais, antes do abate; pintura, calçada; reforma geral e outras melhorias, num investimento que ultrapassou a casa dos 60 mil reais.

Os administradores também contrataram uma veterinária como responsável técnica e promoveram outras adequações. Vale ressaltar que o abatedouro gera postos de trabalho e é bom para os produtores e para o comércio local, por isso, seu fechamento, criou-se o risco do aumento do abate clandestino, porque, para o pequeno produtor, não compensava levar para um frigorífico.

Berimbau