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Segurança na Black Friday: pagar com boleto ou cartão?


       Com a Black Friday chegando, marcada para o dia 23 de novembro, muitas pessoas já se preparam para realizar as compras do ano. Por isso, é interessante mostrar aos consumidores quais são os principais tipos de golpes que envolvem esta data.

Além disso, qual a melhor forma de pagamento? Boleto ou cartão de crédito? Esta é outra questão que nos preparamos para te ajudar.

De acordo com o diretor de risco da Visa do Brasil, Moisés dos Santos,pagar com cartão de crédito é a opção mais segura quando comparada com pagamentos em boletos bancários. E o principal ponto? Segurança para o consumidor.

“Cada compra com cartão traz uma grande quantidade de informações com ela. Estas informações traduzem características únicas que permitem uma análise detalhada da probabilidade de uma compra ser fraudulenta. Com base nestas informações, para ser efetuada uma compra online, existem diversas camadas de proteção transparentes ao consumidor, que ajudam a garantir não só a integridade da transação como também o total rastreamento do pagamento”, afirma santos.

O diretor de risco ainda comentou sobre mecanismos de análise que recaem sobre cada compra: “Existem mecanismos de análises que avaliam características de cada compra – por exemplo, avaliando o comportamento do consumidor em questão, sua sazonalidade de compras naquele e-commerce ou até mesmo tipos e produtos que ele costuma comprar – para que seja identificado se a compra é usual ou uma possível fraude. Todas estas informações são analisadas em milésimos de segundos e, como resultado, normalmente é gerado um score indicando a probabilidade de um possível problema. Este score é enviado em tempo real para avaliação dos bancos, responsáveis por autorizar a compra. Dependendo do score atingido, o emissor pode dar um tratamento especial à compra, por exemplo, solicitando validações extras por meio de uma camada de segurança, como uma ligação para validar dados pessoais cadastrados, senhas biométricas ou alfanuméricas”.

Este ponto que faz o cartão superar o boleto, já que o último é apenas um instrumento de roteamento que direciona o valor para uma conta. “É sempre um desafio construir mecanismos que garantam, por exemplo, que os dados estejam impressos de forma correta. Assim que gerado o boleto, o código de barra que identifica para onde deve ser transferido o pagamento pode ser alterado ou hackeado, ocorrendo uma possível interceptação do valor pelo fraudador, sem que o estabelecimento comercial ou o consumidor percebam. Essa fraude pode acontecer, por exemplo, caso o computador ou mobile do consumidor esteja infectado por malwares – vírus que transformam as informações contidas no boleto gerado”.

E as fraudes realizadas em boletos são inúmeros. A empresa de análise de fraudes Konduto pegou alguma delas como exemplo para derrubar esse mito de que o boleto seria mais seguro para o consumidor na hora das compras. VEJA AQUI