quinta-feira, 20 de junho de 2013

Copa das Confederações - Brasil vence México e Itália vence de virada contra o Japão


A seleção brasileira de Felipão voltou a ser preguiçosa e previsível. Depois de um começo animador e mais um bonito gol de Neymar, pegando de primeira, aos poucos o time foi perdendo a “pegada” e lembrou os maus tempos de Mano Menezes.

Nos minutos iniciais, Daniel Alves lembrou os bons tempos de Sevilha e Barcelona para, logo depois, se limitar aos desarmes e ao conhecido espírito de luta. Do outro lado, na esquerda, Marcelo fez um jogo burocrático.
Sem eles, e com Oscar sumido, a criação brasileira se resumia às investidas de Neymar. Muito pouco. A perigosa mania em tentar “segurar” a contagem mínima vai deixando o torcedor à beira de um ataque de nervos. Com uma marcação frouxa, o risco de sofrer o empate é sempre vivo.

Felipão já escolheu os quatorze membros da nova Família Scolari. Além dos onze que entram em campo, Hernanes, Lucas e Jô já sabem que vão entrar no decorrer da partida. Uma decisão arriscada.

O time ainda está em formação, mas só para lembrar: a falta de variações e opções que mudem o andamento de uma partida deixou a seleção brasileira impotente na Copa de 2010 e derrubou o bom retrospecto de Dunga.

O segundo tempo da seleção brasileira contra o México foi sofrível. O despertar só vinha quando Neymar pegava na bola. A marcação era dura, mas leal. Paulinho não conseguia atuar ofensivamente, Fred inexistiu e Hulk ficou sem espaço.

As substituições só renovaram as preocupações com a marcação. Hernanes para povoar o meio de campo; Lucas entrou para bloquear as descidas dos mexicanos pela esquerda; e Jô para fazer o Brasil ganhar a “primeira bola”.


A alegria do torcedor, que deu um show no Castelão, só estava presente em Neymar. Sem medo de arriscar, o garoto fez o que quis e deixou Jô sem goleiro. O dois a zero só valeu por animar a festa da torcida. O Brasil não jogou pra “tudo” isso.
[ Paraná Online ]


Em jogo eletrizante, Itália bate o Japão e passa à semifinal

No melhor e mais emocionante jogo da Copa das Confederações até aqui, a Itália bateu o Japão por 4 a 3 nesta quarta-feira, no Recife, e assegurou, ao lado do Brasil, sua classificação para as semifinais do torneio. Com seis pontos, ambos os times não podem ser alcançados por Japão ou México – e fazem, no sábado, em Salvador, um duelo imperdível valendo a liderança do Grupo A, com vantagem do empate para a seleção canarinho. Eletrizante do início ao fim, esta partida entre os campeões asiáticos e os vice-campeões europeus ficará na memória dos mais de 40.000 espectadores como um dos melhores jogos de futebol dos últimos tempos – um duelo cheio de alternativas que acabou de forma dramática para o Japão e absolutamente triunfal para os tetracampeões do mundo.

[ Veja ]

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