quinta-feira, 9 de maio de 2013

Rede Mãe Paranaense muda a vida das gestantes

A mudança do modelo de atenção às gestantes e as crianças do Estado começa a ser sentida pela população. O programa Rede Mãe Paranaense completa um ano neste mês, com ações que reduzem a mortalidade de gestantes e de crianças. O acompanhamento pré-natal é feito com no mínimo sete consultas e 17 exames. Existe ainda a garantia de ambulatório especializado para gestantes e crianças de risco, de parto com a vinculação ao hospital e acompanhamento de todas as crianças menores de um ano. No ano passado, foram investidos 90 milhões de reais na implantação da rede, com a capacitação dos profissionais da atenção primária e com o fortalecimento dos hospitais de referência para gestantes de alto risco, pelo programa HospSUS. Para este ano, estão previstos 126 milhões de reais para a Rede Mãe Paranaense. Segundo o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, uma rede de atenção não nasce pronta e este primeiro ano foi de muito trabalho. De acordo com ele, o primeiro passo foi reduzir o déficit de leitos de UTI neonatais no Estado, construir e equipar as unidades da saúde da família, onde são realizados os pré-natais. Entre outras ações, serão vinculadas 87 maternidades que atendam gestantes de risco habitual e risco intermediário e a consolidação dos centros Mãe Paranaense nos 22 consórcios intermunicipais de saúde. O Governo do Estado também elaborou carteiras da gestante e da criança. Todas as informações do pré-natal, pós-parto e acompanhamento da criança são anotadas nas carteiras que o governo do Paraná distribui para todos os municípios. Foram concluídas 64 unidades do programa e 103 estão em construção, para completar as 167 previstas. O Governo do Paraná também investiu na capacitação de 30 mil profissionais de saúde, em parceria com as sociedades médicas e de enfermagem.
[ ANP ]

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