quinta-feira, 2 de maio de 2013

Interior fica com 76% dos empregos criados no Paraná

O Paraná criou nos últimos doze meses 84 mil e 511 empregos com carteira assinada, sendo que 76% foram no interior do estado. No setor industrial, foram criados no mesmo período 16 mil e 736 empregos, sendo 88 e meio por cento fora da capital. Os dados são de pesquisas realizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo IBGE, que é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em dois anos, de janeiro de 2011 a janeiro deste ano, foram criadas 214 mil e 169 novas vagas formais, sendo 137 mil e 783 no interior. O governador ressaltou que o programa Paraná Competitivo atraiu aproximadamente 21 bilhões em empreendimentos privados, muitos feitos em regiões que estavam estagnadas, principalmente no interior do estado. Beto Richa disse que o governo estadual está estimulando investimentos em todas as regiões, além de concentrar recursos na melhoria da infraestrutura de estradas, portos e no reforço no fornecimento de energia. As 214 mil novas vagas criadas desde 2011 posicionam o Paraná como o estado de melhor desempenho na região Sul e entre os cinco melhores do Brasil, segundo demonstra o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho. O desempenho do Paraná na geração de emprego industrial é um dos grandes destaques. O estado registra aumento na criação de vagas na indústria de transformação há 17 meses consecutivos, segundo pesquisa do IBGE.


Segundo outro levantamento do IBGE, em 2012, a Região Metropolitana de Curitiba registrou taxa de desemprego de 3,8% da População Economicamente Ativa, menor que a média brasileira, que ficou em 5,5%. O secretário estadual do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Cláudio Romanelli, ressalta que o Estado tem o maior salário mínimo regional do país. No Brasil, o menor vencimento é de 678 reais, já no Paraná é de 783 reais. Nos dois últimos anos, o governo estadual adotou a política de discutir no Conselho Estadual do Trabalho o índice de reajuste anual. O secretário lembrou que o salário mínimo regional é base para segmentos que não têm convenções coletivas de trabalho, refletindo de forma direta ou indireta no ganho de um milhão e meio de trabalhadores. Nos últimos dois anos, cerca de 16 mil trabalhadores paranaenses fizeram cursos de qualificação patrocinados pelo governo estadual e pelo governo federal. Neste ano, a previsão é abrir cerca de 80 mil vagas para qualificação de jovens, de estudantes da rede pública e trabalhadores. O secretário Romanelli afirmou que a qualificação profissional dá mais opções e aumenta a renda dos trabalhadores. O Paraná tem diversos programas que qualificação profissional, como por exemplo, o programa Telessalas do Trabalhador, com oficinas transmitidas, ao vivo, via satélite, nas 125 Agências do Trabalhador. Só no ano passado, as oficinas foram acompanhadas por mais de quatro mil trabalhadores. 
[ ANP - Repórter Jeferson Nunes ]

Siga nossa página no Facebook

BORRAZÓPOLIS ONLINE - Todos os direitos reservados. Tema Simples. Tecnologia do Blogger.